
O PlayStation publicou sua retrospectiva oficial de 2025 reunindo os títulos que mais se destacaram nos consoles da marca — de mundos abertos gigantes a narrativas marcantes, multiplayer com comunidade ativa, indies criativos e a onda inevitável de remakes que reconectam o presente ao passado. PlayStation
A seguir, organizamos os principais destaques por “sensação” e categoria, com contexto do porquê cada bloco representa bem o que foi 2025 no ecossistema PlayStation.
1) Mundo aberto em 2025: explorar voltou a ser o “jogo dentro do jogo”
A lista oficial coloca o mundo aberto como um dos pilares do ano — e dá para entender o motivo: 2025 teve aquele tipo de jogo que te faz abrir o mapa só para escolher “para onde eu quero ir agora”.
Ghost of Yōtei aparece como símbolo desse espírito: uma experiência solo ambientada no Japão rural do século XVII, com foco em jornada, vingança e exploração de regiões variadas ao redor do Monte Yōtei.
Death Stranding 2: On the Beach reforça a ideia de “explorar com propósito”, com a ênfase em conexão humana, travessia e ferramentas que mudam completamente sua forma de encarar o mundo.
E tem um detalhe que diz muito sobre 2025: Forza Horizon 5 sendo listado como destaque em PlayStation é, por si só, um sinal de época — além de mostrar como o PS5 virou um “palco” cada vez mais plural para grandes franquias.
2) Campanhas solo focadas em narrativa: personagens que ficam na cabeça
Se 2025 teve mundo aberto para “morar dentro”, também teve jogo narrativo para “levar com você”.
A seleção do PlayStation ressalta experiências com recorte cinematográfico e personagens fortes, como:
- Indiana Jones e o Grande Círculo, com aventura clássica, quebra-cabeças e set pieces globais.
- Clair Obscur: Expedition 33, um RPG de fantasia que mistura drama, estilo visual marcante e combate com identidade própria — presença forte também nas premiações do PS Blog.
- Mafia: The Old Country e Like A Dragon: Pirate Yakuza in Hawaii, dois exemplos de como “franquia conhecida” ainda pode encontrar um novo tom (seja mais sério, seja mais absurdo).
O recado aqui é simples: 2025 foi um ano em que a narrativa voltou a ser argumento de compra — não só “boa história”, mas história com textura, performance e direção.
3) Multiplayer e comunidade: 2025 foi um ano de “jogo como lugar”
A retrospectiva também destaca jogos online que funcionam quase como “praças”: você entra para jogar, mas fica pela comunidade, eventos e atualizações.
A lista cita diretamente nomes que dominam esse modelo, como GTA Online, Fortnite, Final Fantasy XIV, Destiny 2, Genshin Impact, Diablo IV, além de fenômenos de público como Roblox. PlayStation
E quando o foco vai para “melhores multiplayer do ano”, aparecem experiências que abraçam co-op, ação e caos organizado — mostrando que o PlayStation está tratando multiplayer como um ecossistema, não só um modo.
4) Franquias consagradas: quando o “conhecido” vira novidade
Outro bloco interessante da lista é como ela celebra jogos que pegam séries famosas e empurram para um novo território — seja pela ambientação, pelo ritmo ou pela proposta.
Exemplos citados incluem Silent Hill f, DOOM: The Dark Ages, Sonic Racing: CrossWorlds e Elden Ring Nightreign. PlayStation
Aqui, a mensagem é: 2025 não foi “só sequência”. Foi também “reinterpretação”.
5) Indies em 2025: o laboratório criativo do PlayStation
Na parte indie, a lista oficial reforça como a cena continua sendo o lugar onde ideias estranhas viram vício — com vários títulos citados, incluindo Hollow Knight: Silksong, Blue Prince, Baby Steps, Dispatch, Sword of the Sea, entre outros.
Indie em 2025 parece ter uma marca comum: ou te pega pelo conceito, ou te pega pelo clima. Às vezes pelos dois.
6) Remakes em alta: o passado voltou “reconstruído”, não só polido
Por fim, 2025 também consolida a era dos remakes “de verdade” — quando não é só melhorar textura, mas recriar sensação, controles e ritmo para a geração atual.
A retrospectiva cita Metal Gear Solid : Snake Eater, The Elder Scrolls IV: Oblivion Remastered, Ninja Gaiden II: Black e Tony Hawk’s Pro Skater 3 + 4.
Esse bloco existe por um motivo: o remake virou um “evento” tão grande quanto lançamento novo.
O que essa lista diz sobre o PlayStation em 2025
Juntando tudo, a retrospectiva oficial passa uma leitura clara: 2025 foi um ano de variedade com três forças puxando o mercado ao mesmo tempo — grandes mundos para explorar, histórias fortes para lembrar, e jogos-serviço para habitar. PlayStation
Se você quer usar esse artigo como “guia do ano”, a dica é simples:
- Quer aventura e liberdade? Comece pelos mundos abertos.
- Quer impacto e narrativa? Vá nos single-player.
- Quer rotina e comunidade? Mire no multiplayer/serviço.
- Quer descoberta e frescor? Pegue um indie.
- Quer nostalgia com padrão moderno? Escolha um remake.
Se quiser, eu adapto esse texto para o seu template de “features” (com intertítulos mais curtos, chamadas laterais e blocos de “recomendado para quem gosta de…”), mantendo o tom do Revista PlayStation.


